Novidades da relojoaria SIHH – GENEBRA 2019

Na Montblanc, uma das apostas é o “1858 Geosphere”, dedicado ao desafio  mundial de montanhismo Seven Summits e que custa R$ 29,6 mil. A companhia diz que a nova linha de relógios da coleção 1858 aproxima-se da natureza com caixas em bronze polido e acetinado e mostradores em verde-cáqui, combinando com pulseiras coloridas.

Durante o evento, foram apresentados quatro modelos diferentes, inspirados nos históricos relógios da Minerva das décadas de 1920 e 1930.

Na parte de trás das peças está gravada a emblemática montanha Montblanc, uma bússola e duas picaretas de gelo cruzadas, “como um aceno ao espírito de exploração”. Outros detalhes incluem coroas caneladas e caixas recobertas por cristal de safira abaulado, para dar uma aparência vintage.

A TAG Heuer apresentou uma inovação técnica que considera ser uma quebra de paradigma na indústria. Um relógio cuja mola de balanço (que zela pela precisão) é feita em composto de carbono, ao invés de aço, ficando imune a campos magnéticos e apresentando forte resistência.

Em termos de design, o “Carrera Calibre Heuer 02T Tourbillon Nanograph” apresenta, entre outros detalhes, um mostrador multicamadas com hexágonos jateados.

Na opinião de Freddy Rabbat, representante da marca no Brasil, os “relógios inteligente”, eletrônicos e modernos, seguem um caminho próprio e não devem no futuro representar o fim dos produtos tradicionais.

Ao contrário, diz, ele, pode ser uma porta de entrada para itens mais elaborados. “O público jovem entra nesse mercado consumindo o smartwatch e acredito que, com o passar dos anos, tende a ir para um relógio mais sofisticado.”